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Mostrando postagens de Julho, 2015

Bomba! Só agora estamos entrando na categoria "Provas e Expiações"

Isso mesmo que você leu. Não me enganei, não. Somente agora, estamos tendo plenamente as características que definem este planeta como "de Provas e Expiações". E não adnata se contorcerem, pois, se olharmos ao redor, é justamente isso que está acontecendo.
Kardec, seguindo orientações dos espíritos que participaram de sua pesquisa, falou que as transições de fases da evolução espiritual do planeta seriam bem lentas e graduais. E põe lentidão nisso, já que depende da mudança de pensamento de zilhões de indivíduos, a maioria indisposta a qualquer mudança. O período em que a humanidade está na Terra é bem curto demais para que estejamos em direção a uma terceira fase. 
O que nos diz que estamos deixando na verdade o estágio de "planeta primitivo", caracterizado pelas barbáries. E nota que ainda temos focos de barbárie - não é preciso ir muito longe: os traficantes ainda usam a barbárie primitiva como regra de atuação. Concluído o processo de transição, somente agora pud…

Espiritismo Ateu ou Ateísmo Espírita: uma realidade

Muita gente estranha esta ideia de ateísmo espírita porque se acostumaram a associar a imaterialidade a religiosidade. Talvez por acreditarem que os espíritos sejam divindades, o que justifica o teor igrejista das mensagens supostamente psicografadas. 
O "Espiritismo" brasileiro, uma colcha de retalhos construída sobre uma base católica, sempre passou a ideia de que era uma seita religiosa, com direito a divindades encarnadas (??!!!) personificadas pelas suas lideranças, além das desencarnadas, representadas por aqueles que são chamados de "espíritos superiores".
As obras de Kardec desmontam este igrejismo que no fundo não passa e uma revisão do Catolicismo em que se reconhece a possibilidade de reencarnações e a comunicação com os mortos. Espíritos e reencarnações são fatos passíveis de serem estudados pela ciência, mas não da forma que é feito no "Espiritismo" brasileiro, irracional na prática e que só usa a ciência e a suposta "fé raciocinada" …

A farsa do "show de Bezerra"

Para os pseudo-espíritas, Bezerra de Menezes foi um espírito de máxima evolução espiritual, quase puro que tinha a caridade como meta em sua vida. Mas quem conviveu com ele e seus descendentes confirmam que isso não é verdade e sim um mito para tentar forjar uma espécie de "santo espírita". A forma deturpada de Espiritismo praticada no Brasil é tão igrejista que não se cansa de embutir enxertos e mais enxertos de outras crenças, sobretudo as do catolicismo, verdadeira crença dos fundadores da FEB e de várias personalidade que se assumem "espíritas".
Para os que creem no mito Bezerra de Menezes (Bezerra de Ouro? Xiii...), o dito cujo encerrou suas encarnações e agora decidiu ficar na Terra para - supostamente - "ajudar os necessitados". Mas é aquela ajudinha paliativa, que não muda a sociedade. Mudar a sociedade é o que os espíritos manipuladores da deturpação, como o enxerido do Emmanuel e os supostos "Anjo Ismael" e "André Luiz" menos …

Bezerra de Ouro

Os enxertos católicos na versão brasileira do Espiritismo não foram inseridos por Chico Xavier, médium que apesar de grande facilidade de comunicação com os espíritos, era católico fervoroso, praticante e tinha como "madrinha" a Nossa Senhora da Abadia, uma entidade tipicamente católica e totalmente estranha à Doutrina Espírita.
Na verdade, Xavier encontrou um ambiente propício para que pudesse agir sem abandonar suas crenças pessoais. O Espiritismo brasileiro já possuía todas as características católicas devidamente enxertadas, que vemos hoje em dia. Desde o início da FEB, a federação que diz representar o Espiritismo, mas ignorando todos os pontos originais, admitindo dele apenas a pluralidade das existências e a comunicabilidade com os mortos.
Um dos fundadores da FEB, e consequentemente do Espiritolicismo, e um dos primeiros presidentes da federação foi o cearense radicado no Rio de Janeiro Adolfo Bezerra de Menezes, tradicionalmente endeusado como "Apóstolo" (ti…

Suposta mensagem de filho de Carlinhos de Jesus reacende moralismo medieval "espírita"

O FALECIDO EDUARDO DE JESUS, AO LADO DO PAI, COREÓGRAFO CARLINHOS DE JESUS.
O moralismo medieval existente no "espiritismo" brasileiro - aspecto explícito, mas renegado pelos seus membros e seguidores - se reascendeu com mais uma mensagem atribuída a um jovem músico carioca que foi assassinado há quatro anos.
Vamos à história da tragédia. Carlos Eduardo Mendes de Jesus, ou simplesmente Eduardo de Jesus, era um sambista. Era filho do bailarino e coreógrafo Carlinhos de Jesus. Ele integrava a banda Improviso, que depois mudou seu nome para Samba Firme. Ele se apresentava numa boate em Realengo quando, na saída deste lugar, na noite de 19 de novembro de 2011, foi morto a tiros.
Investigações posteriores descobriram que seis PMs estavam envolvidos no assassinato. Há suspeitas de motivação passional ou vingança, uma vez que, três meses antes, os outros integrantes do Samba Firme se envolveram em uma discussão com um PM. Os seis suspeitos estão detidos esperando julgamento.
Em 2012, o…

Polêmicas de Silas Malafaia fortalecem mito de Chico Xavier

Silas Malafaia, líder máximo da igreja neo-pentecostal Assembleia de Deus tem conseguido fama nos últimos meses graças a um festival de declarações e atitudes polêmicas que vem repercutindo muito através da internet. Quem não é seu discípulo tratou logo de transformá-lo em vilão do momento.
Mas a religiosidade, ópio preferido da maioria da população, não iria ser deixada de lado só porque uma de suas maiores lideranças deu sinais de desprezo aos direitos humanos em prol da defesa de convicções próprias. Alguém teria que substituir Malafaia na função de pastor de ovelhas humanas.
E quem foi o escolhido? Quem? Quem? O bom velhinho Chico Xavier, aquele do qual - supostamente - não se conhece nenhum traço de erro (agradeçam a FEB) e que muito pensam ser o ser mais evoluído que esteva na Terra. Kardec havia falado de Jesus. Mas Chico Xavier não existia na época da codificação, não é?...
Belo trabalho da FEB em colocar os erros do médium desinformado embaixo do tapete. A memória curta do brasi…

Ou muda de atitude, ou muda de rótulo

Não tentem rotular como intolerância as críticas que o "Espiritismo" brasileiro vem recebendo. Tirando o que vem de fontes duvidosas, boa parte das críticas são justas e na verdade são uma cobrança de coerência e honestidade. O que os brasileiros conhecem como "Espiritismo" não é Espiritismo. Pode ser qualquer coisa, mas nada tem a ver com a doutrina codificada por Allan Kardec.
O que acontece no Brasil é que temos duas doutrinas diferentes, praticamente opostas que se assumem ambas com a mesma nomenclatura de "Espiritismo".
Por muitos e muitos anos, o que os brasileiros conhecem como "Espiritismo" tem se distanciado cada vez mais do Espiritismo original fundado por Allan Kardec. Na verdade, se tornou uma gororoba igrejista que exalta a fé cega fingindo ciência apenas para tentar confirmar os absurdos em que seus fiéis acreditam. Absurdos que são facilmente tolerados pela justificativa de uma caridade estereotipada, frouxa e paliativa, totalmente …

O Deus antropomorfizado dos "espíritas" brasileiros

Embora neguem até o fim, os espiritólicos, como deveriam ser conhecidos os "espíritas" brasileiros, também acreditam, a sua maneira, no Deus antropomórfico. Se para os seguidores da FEB, Deus não se assemelha aos homens em corpo, se assemelha na alma. E isso é tão errado quanto acreditar no Deus-humano defendido pelas outras religiões.
Os espiritólicos acreditam que Deus é um espírito como nós, privilegiado, julgador, mandão e que apesar de dar a reencarnação como nova chance, não deixa de punir (o que vai contra a noção do "amor" infinito de Deus - "amor" vem entre aspas porque não sabemos como é de fato esse amor) e de escolher seus privilegiados favoritos (como por exemplo, no mito do "povo escolhido", os brasileiros, segundo os dogmas da FEB). Essa imagem divina foge completamente da lógica e do bom senso.
Ainda não sabemos como é Deus. E nem vamos saber tão cedo. Não que Deus não queira se mostrar, pelo contrário. Mas o problema é que Ele se …

Conceito de crianças índigo pode ser preconceito contra pessoas rebeldes e hiperativas

As religiões sempre gostaram de pessoas obedientes. As próprias surgiram justamente para estimular a obediência, através da criação de uma forma ficcional de Deus, personalizada e bastante autoritária, que premia ou pune de acordo com o nível de obediência dos fiéis em relação à religião. Obediência, não a Deus, já que ele não pode ser autoritário e personificado, mas aos líderes religiosos, os verdadeiros mandantes da fé cega humanitária.
Com a forma deturpada do "Espiritismo" não é diferente. Altamente dogmatizada e com uma fé cega tão alienante quanto a de outras crenças (embora se auto-rotule de fé "raciocinada"), o Espiritolicismo, como deveria ser conhecida esta forma deturpada, Chiquista e cheia de enxertos, sobretudo católicos (Xavier e Bezerra foram católicos da gema, até morrerem), se apressou também de criar um Deus a seu bel prazer, tão autoritário e personalizado quanto os Deuses das outras crenças, embora menos material que os outros.
E na onda de enxer…