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Mostrando postagens de Novembro, 2016

O homem do carro e a criança ingênua

Um homem está no carro observando uma mãe e um filho andando numa rua de uma grande cidade. Uma criança pequena lhe chama a atenção, um menino pequeno, com menos de 10 anos de idade, peralta e que adora correr solto. Em muitos casos, a mãe precisa gritar para o filho voltar para perto dela.
Vendo essa moleza toda, o homem fica apenas de olho. Quando a criança está a uns poucos metros do automóvel, numa calçada com um movimento normal de pessoas indo e vindo numa área urbana, o homem se aproximou do menino.
- Posso lhe falar uma coisa? Senti simpatia por você. - diz o homem, forjando um ar paternal.
- Sim, moço? - pergunta o menino, de um jeito ao mesmo tempo risonho e despreocupado.
- Isso me lembra o caso de um menino que virou um grande homem. Sabe como um menino lindo como você pode se tornar um bom homem?
- Não, tio! Me diz, me diz!
- Era uma vez um lindo menino, carinha de anjo, pode ser louro ou moreno, mas era doce como um anjinho!
- Puxa vida, e como era esse menino?
- Igualz…

O "espiritismo" é uma doutrina de incompetentes

Uma coisa chama a atenção no tal "espiritismo" brasileiro. É a manifestação de pedantismo em vários aspectos, que criam um falso cientificismo e um pseudointelectualismo dentro da doutrina brasileira, que faz com que até igrejeiros possam posar de "sábios" diante de seus seguidores.
As publicações "espíritas" e os seminários mostram, como exemplos, ilustrações de cenários cósmicos ou de figuras da anatomia humana, prometendo uma análise filosófica e científica, com evocações aparentes a conhecimentos físicos, químicos, biológicos e antropológicos, mas sem a profundidade necessária, mas através de conceitos confusos corrompidos por abordagens esotéricas, místicas.
O "espiritismo" virou a religião dos que tiram "nota vermelha". Físicos frustrados se tornam articulistas e palestrantes a fazer descrições superficiais sobre conhecimentos físicos. Romancistas incompetentes viram sucesso imediato através de romances "mediúnicos" qu…

Como os "espíritas" se safam deturpando Allan Kardec

Existe uma prática muito conhecida no Brasil, chamada "jeitinho brasileiro". Trata-se de uma forma de obter vantagem não só de maneira fácil, mas também procurando evitar as consequências naturais de uma atitude considerada inconveniente, ilícita ou prejudicial a alguém.
Com o "jeitinho brasileiro", o picareta ou o algoz de ocasião procura se proteger manipulando as circunstâncias, sobretudo quando tenta obter o respaldo das leis e o apoio popular, mesmo quando nenhum mérito lhe assegure tais benefícios.
Com o "jeitinho brasileiro", se permitem aberrações diversas que se tornam socialmente aceitas. A corrupção feita por políticos conservadores, como os que reconquistaram o poder por intermédio de Michel Temer e Eduardo Cunha, chega a ser aceita pela chamada "boa sociedade", aquela que se arroga em ter "as melhores qualidades morais" e pensar "no progresso humano dos brasileiros". 
O senador Romero Jucá, por exemplo, foi reve…