Pular para o conteúdo principal

Postagens

Onda de ódio comprova fracasso do "Espiritismo" brasileiro

Os seres humanos aprenderam a não se amar. Normalmente se usam, se tratam como objeto, se unem através de interesses e mantém contato apenas para trocar favores. Humanos aprenderam a amar objetos e utilizar seres humanos. E isso tem aumentado cada vez mais, resultando não somente numa onda de desprezo e mesquinhez interesseira como também na onda de ódio contra quem não compartilha dos mesmos gostos e convicções. No século XIX um intelectual francês decidiu fundar uma ideologia revolucionária que estimularia o equilíbrio entre o amor e a racionalidade e a união destes em prol do benefício da coletividade. Esse intelectual se chamava Denizard "Allan Kardec" Rivail e a ideologia, o Espiritismo. Mas ao chegar no Brasil, ele veio totalmente deturpada, transformada numa seita de fé cega e dogmas absurdos. Não estimulou nem a racionalidade, nem a sensibilidade e muito menos o verdadeiro altruísmo. O "Espiritismo" brasileiro acabou travando a evolução espiritual de seus se...

Francisco Cândido Xavier, o "analista político" e a politica atual

Kardec McGuiver, no Blog Intruso Espírita Dois grandes erros são muito cometidos em prol de Chico Xavier: inventar que ele era progressista e que tinha condições de analisar política com objetividade. Nem uma coisa, nem outra. Aqui vamos tentar simular uma análise do cenário atual brasileiro com base no ponto de vista de Chico Xavier.  Os esquerdistas que adoram o médium e os direitistas que o desprezam vão ficar de cabelos em pé. Se por um lado os esquerdistas terão no médium o seu mais perfeito traidor, por outro, os direitistas perdem a oportunidade de ter um aliado valioso e influente em prol de sua causa de tornar exclusiva dos ricos a satisfação plena dos direitos básicos. Abaixo, vamos simular o que Chico Xavier diria sobre o Brasil atual, com base no ponto de vista demonstrado várias vezes, mas de forma decisiva na entrevista ao programa Pinga Fogo, em 1971, auge da pior fase da ditadura militar que o "homem mais bondoso do mundo" apoiou sem hesitar. Abaixo vejam a si...

O Movimento Espírita e sua Bibliografia

Sérgio Aleixo é um grande intelectual espírita e desmonta muitos erros do "Espiritismo" brasileiro. Uma palestra clara e cheia de boas informações. Vale a pena ouvir as palavras de quem realmente entende do assunto. Assista e divulgue para seus amigos e parentes!  

Ateus brasileiros defendem Chico Xavier. Por que será?

Que Francisco Cândido Xavier tem seus fanáticos que não suportam ler uma vírgula contra o anti-médium mineiro, é compreensível sua existência. O que se estranha é a quantidade de ateus que saem em defesa fanática a Chico Xavier, algo que escapa de qualquer lógica. Nas mídias sociais, páginas ateias de vez em quando lançam textos e memes questionando as atividades, a trajetória e as ideias do anti-médium de Pedro Leopoldo e Uberaba. Mas o dado aberrante está nas respostas neuróticas que os internautas fazem, incomodados com as críticas contra o "médium", não se sabe por que cargas d'água. Afinal, Chico Xavier sempre foi um religioso, um beato católico, adorador de imagens, rezador de terços, e que seu maior princípio é a crença convicta na existência em Deus. É, portanto, a última pessoa com que um ateu poderia cogitar em admirar. Faria mais sentido um ateu ser apaixonado pela cantora gospel Aline Barros, pelo menos a beleza dela justificava. A coisa se complica quando vem...

"Espíritas" disfarçam Teologia do Sofrimento com apelos para "felicidade"

A grande revelação que se tem do "movimento espírita", e que nunca foi declarada oficialmente pelos seus membros e seguidores, é que a doutrina brasileira, na prática distante de seu aparente precursor, Allan Kardec, tem como um dos princípios a Teologia do Sofrimento. A Teologia do Sofrimento é uma ideologia medieval popularizada desde o século XIX por Teresa de Lisieux, Mas foi no século seguinte que ela se tornou mais conhecida através de Madre Teresa de Calcutá. A ideologia é, portanto, associada à Igreja Católica e tem inspiração medieval. Ela se fundamenta na interpretação, com o moralismo típico da Idade Média, de que o martírio de Jesus Cristo teria sido um "fato positivo" porque foi a partir dele que o condenado à cruz atingiu sua "evolução" e estabeleceu o "caminho para a salvação". Era esta a ideia: defender o sofrimento e a ideia de suportar, por tempo indeterminado, as piores desgraças com a finalidade de "purificar a alma"...

Carnaval e os espíritos

Diz uma letrinha que "Atrás do Trio Elétrico só não vai quem já morreu". Mentira. Quem morreu é que mais vai, em número maior ainda. Os espíritos de foliões que ainda não se desmaterializaram por completo nunca abandonam os festejos, ainda mais que, sem os corpos, há necessidade de "vampirizar" encarnados para satisfazer seus desejos materialistas. Esqueçamos o catastrofismo dos espiritólicos. Não usemos o moralismo arcaico para definir o Carnaval como ruim. Ele é ruim por causa do materialismo das pessoas e da imaturidade que transforma qualquer futilidade em "necessidade". Somado a isso tudo, todo o interesse financeiro de quem se aproveita da ingenuidade alheia para faturar muito. Afinal, no Carnaval o lucro é sempre garantido, pois os trouxas sempre arrumam dinheiro para gastar com besteira. O Carnaval deveria ser uma festa de alegria e não é. A maioria vai por um misto de obrigação social e satisfação dos instintos. É uma festa da ...

"Espíritas" demonstram ter preferência pelo aspecto igrejista

O "movimento espírita", há pelo menos quatro décadas, adota uma postura dúbia. Seus pregadores juram "fidelidade absoluta" e "rigoroso respeito" ao pensamento do educador Allan Kardec, mas o traem apreciando e defendendo aspectos místicos, igrejistas e moralistas que seriam prontamente reprovados pelo pedagogo francês. E o jogo de palavras, que faz com que o malabarismo discursivo seja a única habilidade dos "espíritas", que demonstram não entender de mediunidade nem de vida espiritual, se apoia nos dois lados, na bajulação a Kardec e na exaltação do igrejismo. É uma porção de desculpas que são feitas para permitir isso. Houve quem dissesse que é "saudável" e "natural" que os "espíritas" sejam cercados de espíritos de padres, freiras, párocos, sacerdotes, coroinhas e noviças porque os próprios membros do "movimento espírita" teriam sido assim em outra encarnação. E, o que é pior, não veem mal algum no igrej...